Poesia - Tristeza Mallarmé, por Janet Zimmermann

há 4 horas
1 min de leitura

Segunda-feira no Blog do Alex Fraga é dia de poesia com a escritora e poeta de Campo Grande (MS), Janet Zimmermann, com Tristeza Mallarmé
TRISTEZA MALLARMÉ
"(...) e em cujo fundo existe
outro cisne alvo e triste, e ainda mais alvo e triste
que a sua forma real de um tom dolente e vago."
(Stéphane Mallarmé)
um vento morno
balança fios frouxos
farfalha folhas meninas
arrasta as vencidas
arrepia pelos vegetais.
crianças brincam de roda
andorinhas, idem
velhinhos velam vazios.
e a tarde se vai...
arrastando sonhos
pelas cãs.
uma melancolia branca-opaca brota
do nada, por nada
e, ao nada, derruba
pérolas d'água n'água...
ah! como é branco e triste
o cisne da água clara e profunda
do lago do cisne alvo, vago e triste
como o sonho que em mim resiste.





Al final, mi saldo era un poco menor, pero la fluidez de la plataforma es elogiable. No ocupa mucho espacio en mi celular, todo carga casi al instante y el diseño es bastante intuitivo, considerando las conexiones móviles en Brasil.
Estaba en la recepción de un centro de rehabilitación deportiva en Niterói, esperando que procesaran unos papeles. La burocracia era enorme, y el recepcionista me pidió que esperara sentado en unas sillas bastante incómodas. Queriendo distraerme de la lentitud del trámite y pensando en el esfuerzo de los atletas de goalball, agarré mi celular. Abrí betsul com y me concentré en la pantalla, intentando ignorar la espera.