• Alex Fraga

Teatro - Vera Fischer, Mouhamed Harfouch e Larissa Maciel dias 13 e 14 no Glauce Rocha

"Quando eu for mãe quero amar desse jeito" será encenada dois dias na Capital

Vera Fischer, Mouhamed Harfouch e Larissa Maciel chegam em Campo Grande (MS) e estarão nos dias 13 (sábado, às 21horas) e 14 (às 19 horas) no Teatro Glauce Rocha, com a peça teatral "Quando eu for mãe quero amar desse jeito". A promoção é de Pedro Silva Promoções e Jamelão. Os ingressos estão à venda: Setor A - Inteira: R$ 180,00/Meia: R$ 90,00; Setor B - Inteira: R$ 150,00/Meia R$ 75,00 e Setor C - Inteira: R$ 120,00/Meia: R$ 60,00. Eles poderão ser adquiridos no Stand Comper Jardim dos Estados ou pela internet no www.pedrosilvapromocoes.com.br . Mais informações (67) 99296-6565 (whatsapp)

“A Peça coloca uma lente de aumento sobre sentimentos e sensações de cada um dos Personagens. Destaco no texto o exagero sobre os pensamentos, desejos e motivações”, conta o autor Eduardo Bakr. Vera Fischer é dona Dulce Carmona, uma septuagenária que recebe a notícia de que seu único filho, Lauro (Mouhamed Harfouch), vai se casar com uma mulher que ela não conhece (Larissa Maciel). A partir daí, a comédia mostra a luta de uma mãe obcecada para dar ao filho um futuro digno de sua “classe social”.


A aristocrática Dona Dulce Carmona entra numa guerra com a noivado filho para manter a imagem da família. Conhecido pela direção de grandes musicais, Tadeu Aguiar completa 42 anos de carreira encenando uma comédia ácida. “Além do amor materno, há outros amores permeando a peça: o amor do filho pela mãe, do homem pela mulher, da mulher pelo homem, e, até, pelos filhos que poderão vir.


Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito mostra um pouco desse amor atávico, mais forte do que a gente”, detalha Tadeu, também diretor do musical A Cor Púrpura, com mais de 70 prêmios. Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito reúne três atores com trajetórias bem diferentes. Recém completados 70 anos, Vera Fischer diz que ama fazer teatro e trabalhar: “Minha vida não faz sentido sem trabalho. Eu preciso do trabalho. Sou independente. Quero trabalhar até meus 100 anos, quero fazer uma festa maior e melhor do que a dos meus 50! Larissa Maciel, lembrada até hoje pela interpretação da cantora Maysa na série da TV Globo, diz que sua personagem vai se revelando aos poucos. “O público terá que decifrá-la. Nosso trio teve sinergia desde a primeira leitura e temos nos divertido muito em cena”, revela Maciel. “Passa um filme na minha cabeça. A saudade do teatro era tanta antes dos ensaios, que quando o cenário chegou, parei e fui correndo brincar com os objetos de cena”, diz Mouhamed Harfouch.


O figurino de Dani Vidal e Ney Madeira busca acentuar a personalidade dos personagens, oferecendo apoio a suas transformações ao longo do espetáculo. O cenário de Natália Lana ambienta o espetáculo em uma casa aristocrática com certa decadência. “Apesar de à primeira vista termos um cenário realista, buscamos quebras e cortes que simbolizam a força da relação entre estas duas mulheres que não medem esforços para atingir seus objetivos.


A luz de Daniela Sanchez pretende manter a atmosfera de tensão constante. Com a luz é possível manipular quase que imperceptivelmente, através dos diferentes ângulos e recortes, as mudanças de cenas, num clima de mistério e suspense. Isso, sem perder o lado do humor ácido que a peça proporciona. A trilha sonora de Liliane Secco será toda original. ”Faço uso de instrumentos virtuais, recurso que dispensa a participação de músicos ao vivo”, finaliza Secco.

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