• Alex Fraga

Show – Antonio Porto mostra seu “Ser Tão Sertões”


O músico campo-grandense Antonio Porto que reside em São Paulo, mas frequentemente está em Campo Grande realizando shows, estará nesta quinta-feira em um dos interessantes palcos paulistas, o Julinho Clube, (Rua Mourato Coelho, 585 – Pinheiros) onde passam sempre grandes músicos. Ele estará se apresentando com convidados o show: “Ser Tão Sertões”, às 21 horas. Sem dúvida quem estiver na capital paulistana poderá assistir um grande trabalho musical.

Em uma publicação na página de seu Facebook ele disse que São Paulo é uma cidade muito grande para a pessoa ter plena convicção da opinião sobre o que realmente acontece de melhor em termos culturais. Afirma categoricamente que as opções são muitas numa cidade que, como falou Caetano Veloso, é como um mundo todo. Reconhece o Julinho Clube tem proporcionado ao público paulistano que aprecia uma boa composição e interpretação, uma variedade extremamente necessária nos dias de hoje. De terça a domingo passam por lá músicos de altíssima qualidade oferecendo ao público sempre uma interativa, descontraída e informal performance.

“Dentro da proposta do Julinho (músico e proprietário do local) de cada noite oferecer uma perspectiva musical diferente, a mim coube a honra de ser convidado para trazer as riquezas da música dos interiores do Brasil, que eu particularmente tenho uma relação afetiva inquestionável. Claro que, inquieto que sou, tenho as minhas versões e minha maneira de interpretar mesmo nunca deixando de lado o respeito pela essência de cada composição. A presença da beleza ou não, no resultado , fica a critério de cada ouvinte. Porém , posso garantir que é sincero e muito longe da intenção de criar um conceito novo sobre a obra de quem quer que seja. Tanto que, a cada hora que eu toco uma música, eu toco de uma maneira diferente. Inclusive as minhas. Depende muito do meu momento. O que eu posso fazer ??? Eu sou assim mesmo: morro pobre, mas morro feliz !!!”, comentou.

Segundo ainda Antonio Porto, Julinho o jogou na mão uma responsabilidade maravilhosamente desafiadora’, principalmente tratando-se de uma cidade como São Paulo que para ele, ‘metropolicamente’ abraça as riquezas musicais dos interiores do Brasil como nenhuma outra cidade. “O que existe de gente boa com essa linguagem aqui é inumerável. Mas eu, audacioso que sou, topei. E, quem quiser sentir e dividir com a gente a pureza dos nossos rincões que em muitos momentos vem, inclusive através da inspiração de tantos compositores consideravelmente sofisticados, será muito bem vindo”.

. Porto finaliza dizendo que nome da noite foi inspirado num espetáculo de dança do extinto grupo Pantanália de Campo Grande com quem conviveu no período inicial da sua caminhada profissional na músico e que só acrescentou o plural.

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