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Poesia - Via de Regra, por Carlos Magno Amarilha

Foto do escritor: Alex Fraga
Alex Fraga
há 2 horas
1 min de leitura

Sexta-feira no Blog do Alex Fraga é dia de poesia com o poeta e escritor de Dourados (MS) , Carlos Magno Amarilha, com "Via de regra".


VIA DE REGRA


Naquele rio

debaixo da ponte

no barranco


alguém já pescou

olhando para

o outro lado


e imaginou

atravessar a nado


e assim

o fez.




(AMARILHA, Carlos. In: Poesia do Pantanal: bicho, areia e cal).

 
 
 

3 comentários

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há 11 minutos
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Oloko Meu! Valeu Magnão!

Ao classificar o ato como "regra", o poeta subverte a ideia de que o ser humano é naturalmente apegado à segurança do solo firme. Sugere-se que a verdadeira lei que rege a existência não é a permanência resignada no barranco, mas a necessidade imperativa de sonhar com o outro lado e, em última instância, lançar-se às águas para alcançá-lo.


Nelson Perez

São Paulo

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há 13 minutos
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O poema constrói em versos mínimos e despojados uma alegoria profunda sobre a inquietação humana, a imaginação e a inevitabilidade da travessia.


Edson Lima

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Convidado:
há 16 minutos
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a imaginação, vontade, cálculos, necessidades

fazem o acontecer


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