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Poesia - "Varanda" na visão poética de Gerson Camargo

Varanda - - Gerson Camargo




Quantas vezes na varanda, contemplamos o por do sol, eu e você namorando, e o canto do rouxinol.

Quantas vezes na varanda, meditamos livres no tempo, embevecidos por tanta cor, amar, foi o nosso juramento.Quantas vezes na varanda, o por do sol nos encantou, o sol é a luz que emana, assim, o dia terminou.Quantas vezes na varanda, trocamos caricias de amor, a paixão acendeu a chama, se entrelaçamos sem pudor.Quantas vezes na varanda, eu me perdi no seu abraço, contemplei o colorido do poente, no aconchego dos seus braços.Quantas vezes na varanda, eu segurei em suas mãos, se entregamos ao nosso amor, de corpo alma e coração.


Gerson Camargo

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