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Poesia - Título Honorário, por Carlos Magno Amarilha

  • Foto do escritor: Alex Fraga
    Alex Fraga
  • 17 de jan. de 2025
  • 1 min de leitura


Sexta-feira no Blog do Alex Fraga é dia de poesia com o poeta e escritor de Dourados (MS), Carlos Magno Amarilha, com "Título Honorário''.


TÍTULO HONORÁRIO


Tem gente que não se toca

o poema não sai na hora

pede e pronto


Só nasce quando fica

que nem manteiga

derretida na torrada.


É assim que me sinto

quando te vejo


chama-se coração

que perde a razão

a educação

a matemática

o controle do desejo


desse abraço

que nunca existirão.


Sonhei, pelo menos,

escondi essa paixão.


Fazer o quê?


a realidade é que você

é muito para meu

caminhãozinho FNM (Feneme).


(IN: ARANDU Y PORÃ TEREY)


 
 
 

7 comentários

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Convidado:
18 de jan. de 2025
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

Muito para meu caminhãozinho FNM.

Legal e engraçado


Rita de Cássia

DOURADOS-MS

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Convidado:
17 de jan. de 2025
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

Fico feliz, do amigo, irmão, poeta e Intelectual, que cada semana, sustenta a cultura brasileira com expectativas e delícias de versos, a cada poema, um novo universo, uma nova ideia, nova invenção, já que os poemas de Carlos Magno Amarilha nos seduzem a uma jornada poética singular, onde cada texto se desvela em um passaporte para novas experiências como um atalho para realidades inéditas. Seus versos, como pinceladas precisas em uma tela em branco, delineiam paisagens urbanas, metropolitanas, interioranas, que nos conduzem por caminhos tortuosos e reveladores. A cada palavra, uma nova descoberta; a cada estrofe, uma nova perspectiva.

A poesia de Carlos Magno é um aceno à introspecção, um convite a desvendar os mistérios da alma humana. Seus poemas…


Editado
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Convidado:
18 de jan. de 2025
Respondendo a

Muito profundo

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Carlos Magno Mieres Amarilha
Carlos Magno Mieres Amarilha
17 de jan. de 2025
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

É com imensa gratidão que agradeço a oportunidade de ter meus poemas publicados todas as sextas-feiras no Blog do Alex. É uma honra poder compartilhar minhas palavras com um público tão vasto, que se estende por todo o Brasil. Sentir meus versos ecoando em tantos corações é um privilégio que me emociona profundamente. A cada sexta, um novo portal se abre, permitindo que minha voz alcance novos leitores e que a poesia se espalhe como um bálsamo para a alma. Agradeço ao Alex e a toda a equipe do blog por proporcionarem esse espaço tão especial para os amantes da literatura. É com satisfação que celebro essa parceria e espero continuar a construir juntos essa ponte entre a minha escrita…

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Convidado:
17 de jan. de 2025
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

O poema transcende a mera expressão de um sentimento e se configura como uma verdadeira obra de arte, repleta de recursos estilísticos que enriquecem sua profundidade e beleza. A análise das figuras de linguagem presentes no poema nos permite desvelar as nuances e as camadas de significado que o autor intencionalmente construiu.


Metáfora: A metáfora central do poema, a comparação entre o sentimento amoroso e a manteiga derretendo na torrada, é um recurso expressivo que nos permite visualizar de forma vívida a intensidade e a irresistível força da paixão. A imagem da manteiga derretida evoca a ideia de algo que se liquefaz, se desfaz, perdendo sua forma original. Da mesma forma, o poeta se sente desfeito, sem controle sobre seus…


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Convidado:
17 de jan. de 2025
Respondendo a

Muito informativo, que texto genial.

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Convidado:
17 de jan. de 2025
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

Carlos Amarilha e a Poesia do Desejo em "Título Honorário"

Dourados (MS) - O poeta e escritor douradense Carlos Magno Amarilha nos presenteia com mais um verso emocionante em seu novo livro, "Arandu Y Porã Terey", com lançamento previsto para 2025. Em "Título Honorário", Amarilha explora a complexidade dos sentimentos, a luta entre razão e emoção, e a consciência da impossibilidade de um amor.

Com maestria, o poeta pinta um quadro vívido de um coração em chamas, que se derrete diante do objeto de seu afeto. A metáfora da manteiga derretendo na torrada nos transporta para essa sensação de descontrole, onde a razão se rende à paixão. A matemática, símbolo da ordem e da lógica, é incapaz de conter a…


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