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Poesia - Gratidão, por Carlos Magno Amarilha

  • Foto do escritor: Alex Fraga
    Alex Fraga
  • 20 de jun. de 2025
  • 1 min de leitura


Sexta-feira no Blog do Alex Fraga é dia de poesia com o poeta e escritor de Dourados (MS), Carlos Magno Amarilha, com Gratidão.


Gratidão


Aquele que me serviu

um peixe


ao meu pai

que me deu uma profissão


a minha mae

pela doçura


a tantos e tantas

pessoas que cruzam

nesta mesma sintonia


tudo de bom na vida

 
 
 

2 comentários

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Convidado:
20 de jun. de 2025

Para mim, "Gratidão" não é só um poema, é um abraço. É como se o poeta, com sua genialidade tão única, abrisse o peito e nos mostrasse o que realmente importa na vida. Aqueles versos, tão simples e tão profundos ao mesmo tempo, são um espelho.


Quando ele começa com "Aquele que me serviu um peixe", a gente já sente a força. Não é só sobre a comida, né? É sobre aquele gesto de cuidado, de generosidade, de ver o outro e oferecer o que se tem. É a lembrança daquele momento, talvez pequeno para quem fez, mas gigante para quem recebeu. Carlos nos ensina a valorizar o que é essencial, o que nos nutre por dentro e por fora.


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Convidado:
20 de jun. de 2025

O poema GRATIDÃO é uma delicada teia de agradecimentos que se estende por diversas esferas da vida do eu lírico. Em versos curtos e diretos, o poeta expressa seu reconhecimento a figuras e momentos que o moldaram e enriqueceram sua jornada.


A abertura do poema com "Aquele que me serviu um peixe" remete a um gesto de cuidado e sustento básico, algo que vai além do alimento e toca a essência da provisão. Pode ser interpretado como um símbolo de auxílio em um momento de necessidade ou simplesmente um ato de generosidade que deixou uma marca.


Em seguida, o foco se volta para a família, pilares fundamentais na formação do indivíduo. O "pai que me deu uma profissão" é reconhecido…


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